quinta-feira, 14 de julho de 2011

" Que nem uma flor no concreto,
Uma árvore sufocada entre os prédios,
Mas enxugo as lágrimas, esqueço o orgulho lembro do amor
Só que a revolta aqui parece ser que nem um tumor
Vai onde eu vou ta em cada pedaço,
Dentro do coração tipo um marca-passo
Não é fácil, num existe paz artificial
Eu planto o amor só que não colho nem a pau
Acho que porque é igual ao pé de uma fruta
Zé-povinho sempre arranca antes de estar madura.
Já era pra eu ter perdido a cabeça se for ver
Qual será que é o caminho"


"

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